i4.0 – Lead the digital transformation

Ficha técnica

Entidades Promotoras

Fraunhofer Portugal; Inova-Ria; Sanjotec

Investimento elegível

502.170,00

Apoio financeiro

426.844,50

Duração

2 anos (01/06/2020 a 31/05/2022)

Financiamento

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Compete 2020
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União Europeia - Fundo de Coesão
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Portugal 2020
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O projeto apresenta abrangência de intervenção na Região Norte e Centro (NUTS II), e visa fomentar a adoção de metodologias de Indústria 4.0 nas PME portuguesas, em setores tradicionais e tecnológicos, promovendo ações de benchmarking que permitam assimilar a informação necessária para a sua transformação digital, de forma a potenciar a competitividade e a criação de valor.

Tem como objetivos operacionais os seguintes:  

(O1.)  Aceder  a  novas  competências,  boas  práticas,  conceitos  e  conhecimentos  gerados  em  espaços  com  forte  dinâmica  de  inovação, procurando interiorizá-los e integrá-los de forma criativa na base de conhecimentos das empresas;  

(O2.)  Promover a valorização e transferência de tecnologia, a qualificação de recursos humanos e o  desenvolvimento de novas áreas de competência, designadamente, a digitalização da Indústria 4.0;  

(O3.)  Orientar as PME, dotando-as de conhecimento, informação e ferramentas, para a transformação empresarial no sentido de acelerar a adoção da Indústria 4.0; 

(O4.)  Incentivar a inovação no tecido económico nacional, através do desenvolvimento de empresas e empreendedores, sensibilizando os empresários para a importância da presença digital e da incorporação tecnológica nos modelos de negócio; 

(O5.)  Promover a integração das empresas em cadeias produtivas mundiais e nos polos de especialização que as constituem, de forma a potenciar a inovação e a internacionalização das PME; 

(O6.)  Reforçar  as  redes  de  cooperação,  replicação  internacional  de  relacionamentos  estabelecidos  com  outras  empresas/centros  de investigação de I&I; 

(O7.)  Aumento da rentabilidade, associada à adoção de sistemas tecnológicos em contexto produtivo, assegurando-se a possibilidade de prever e prevenir paragens na produção, bem como otimizar a manutenção (preventiva) e com isso a eficiência de equipamentos; 

(O8.)  Promover o tecido económico nacional nos mercados-alvo como sinónimo de qualidade, sofisticação e tecnologicamente robustos; 

(O9.)  Promover parcerias internacionais (câmaras de comércio, centros de investigação e desenvolvimento, associações empresariais, agentes, importadores, entre outros); 

(O10.)  Dinamizar processos de participação e de divulgação a nível nacional e internacional.